segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A Baronesa


A baronesa...
A fazenda Reluz era uma próspera produtora de café na primeira metade do século XIX. Parte desta prosperidade podia ser atribuída à mão de ferro com que o Barão de Merval regia sua fazenda e controlava a vida de todos que tivessem a vida atrelada, de alguma forma, às atividades da fazenda.
Apesar disto, O barão de Merval não era cruel, como a maioria de seus iguais. Tratava seus escravos com pulso, mas vislumbrava um feixe de humanidade nos negros de sua fazenda. Não que não houvessem castigos e punições, mas estas eram feitas apenas quando necessárias, claro, afim de dar exemplo a eventuais desvios de conduta. Por isso mesmo, seus escravos, tanto os da senzala e quanto os da Casagrande esforçavam –se para não fugir as regras.
Porém, se havia algum excesso no tratamento de seus negros, estes eram feitos mais por estímulo de sua Baronesa. Selena era uma bela européia, descendente de uma tradicional família espanhola. Pele alva, macia, evitava banhos de sol, e por isso mesmo, não aparentava os seus 34 anos. Era recatava, vestia –se com classe e altivez, era católica fervorosa, mas mesmo com suas orações, não conseguia ver nos negros, os traços de humanidade q o Barão de Merval esforçava-se em ver. Pelo contrario. Abominava-os e era a maior incentivadora de severas punições na senzala. Não poupava nem mulheres e crianças, mesmo os da Casagrande. Ao menos sinal de desvio de conduta, mandava açoitar-lhes com veemência. Certa vez, durante um passeio matinal, surpreendera dois escravos fazendo sexo como animal, à beira do lago. Eles copulavam em pé, junto à uma árvore, mas ela só viu os movimentos, já que eles não estavam despidos: “animais!!” era só o que exclamava. Mandou que o feitor mutilasse os dois escravos, a pretexto de que não cedessem ao pecado. Aliás, por estes impulsos é que pregava que escravos não tinham alma, porque se as tivessem, seriam respeitosos dos mandamentos e não pecariam.

Claro q tal punição gerava revolta, pois os negros sabiam a quem temer: não ao barão, mas sim à Baronesa. Aquela bela mulher, cujos empregados, amigos e familiares, não entendiam tanto ódio gratuito pelos negros...

...Era domingo, a Selena voltava de um jantar , na fazenda de sua irmã, era por volta das 18h, e o sol já começara a se por. O barão ficara para fazer negócios, e a baronesa fora conduzida por 2 escravos de confiança da fazenda de sua irmã , que estavam acostumados a fazer este trajeto a noite, e cerca de 40 minutos a baronesa estaria em casa.
Seus condutores, eram Porto e Malvino, dois negros de 1,80m e 1,91m respectivamente. Eram fortes, de corpos atléticos, e de confiança do barão, tidos como os mais inteligentes entre os da sua senzala.
Passados uns 20 minutos do trajeto, a carruagem pára.

- O que houve? Disse a baronesa.
- Estamos com um problema em uma das rodas da carruagem
- Era só o q faltava. Consertem logo!!
-Claro, mas um de nós terá q ir até uma estalagem mais próxima buscar material para o reparo.
- Então, vá você! Escolheu Porto, por ser o melhor, e então o mais rápido, no entendimento da baronesa.

Como Malvino era o maior, ela julgou no mínimo estar protegida.
- O que eu fiz para merecer isso, parada em uma estrada com um negro!!
- Qual o problema senhora?
- Vocês são animais! Não se respeitam..
- Não sei por quê tanto ódio de nós. Seus escravos dizem q nunca a viram sorrir.
- Sorrir pra que? E por qual motivo?
- Ué? De felicidade, de prazer..
- Prazer!! Uma dama não sente isto. Fornicação é pecado mortal!!
- Mas é natural do ser humano.
- Primeiro q vocês não são humanos, em segundo, que isto é apenas obrigação de uma devotada esposa e em terceiro, q vai para o tronco por tanta insolência!!
Malvino começa a andar em direção à mata..
- Aonde você vai!!
- Embora, antes q me mande pro tronco...
- Mas sua obrigação é ficar aqui!!!
- Voismecê não sabe o q quer!! Sabe do que a senhora precisa???

Antes que ela pense em algo, Malvino a agarra pelos braços, e a imprensa entre uma árvore e seu corpo... Selena ameaçou gritar, mas foi impedida por uma boca carnuda que parecia que a engoliria, com tal voracidade q ela não teve reação. Tentou arranhar o escravo, mas foi em vão... e sentiu uma língua em seus lábios, Malvino sem saber o q fazer para controlar a baronesa desfere um tapa em seu rosto..- “ vê como é bom apanhar??” A baronesa , meio q tonta, começa a chorar, com um olhar de clemência...O escravo, lembrando de todas as historias de atrocidades q tinha ouvido, não pensa 2 vezes:
- não , não vou te bater... mas vou fazer algo pra você nunca esquecer de um negro, se quer um motivo pra nos odiar, agora terá!!

E rasga o vestido de Selena, ela espantada, indefesa, não sabia o q fazer, sendo agarrada por um negro tão forte... Malvino começou a beijá-la... Depois, com sua boca carnuda, começou a chupar os seios branquinhos da baronesa, de maneira frenética, deixando os arrepiados e durinhos...Chupava com tanto tesão q a baronesa soltou um gemido... E Malvino ia rasgando suas roupas, do vestido, até chegar a roupa de baixo... até deixá-la nua... Entregue e sem ter a quem recorrer, viu Malvino lançá-la ao chão, arregaçar suas pernas, e começar a chupar sua buceta.. era tão aperta que parecia virgem.. Claro q não era, mas era de se imaginar q o barão a comesse apenas para ter seus herdeiros e a putaria, ficava para as escravas. Malvino pois sua língua quente na buceta de Selena, que berrou te susto, e depois de tesão...não havia ninguém por perto para ouvi-los.
- o que é isso? Nunca senti esse calor, essa , essa, essa coisa...
- é TESÃO sinhá!! Respondeu o escravo..

- “Sempre cumpri minhas obrigações de esposa, mas nunca senti prazer, ele nunca nem me viu despida”...disse a baronesa, relatando um costume comum da época.
Malvino então, sentindo q a baronesa, nunca tinha gozado, começou a chupar mais intensamente, enfiando a língua e depois rodando o se dedo, já calejado pelos cafezais, em movimentos circulares dentro da buceta , já lambuzada da baronesa, que se espantava e se deliciava com aquilo tudo..
Malvino chupava com tanta força, e a comia com a língua, q a baronesa chorou , gritou e depois........ gozou!!! Sim, nunca tivera um orgasmo antes. Ficou emocionada, perplexa, com aquele sentimento... Abriu um belo sorriso... e pediu mais!
MAlvino então, não teve duvidas em por sua jeba grossa com 23 cm pra fora da calça...
Arregaçou as pernas da baronesa, e colocou a cabeça naquela buceta molhadinha...
Quando Malvino meteu, a baronesa foi ao céu.. sentiu tanta dor que não distinguia sons e cores.... e aos poucos o escravo foi metendo, começando um vai e vem.. e dizia “ agora a senhora vai ver o q é ser castigada, vou meter nessa buceta, por cada chibatada que um irmão meu levou por ordens suas!!”
Malvino comeu com força aquela buceta, a baronesa, antes amedrontada, começou a gostar, gemer mais e mais, e o escravo fazia um vai e vem que arrombava a buceta da baronesa....
Malvino virou a baronesa, a prendeu em seus braços musculosos e começou a meter de quatro... ela gemia muito... ai.. ai.. ai.. ui.... ohhhhhhhhhh...ohhhhhhhh;;; e gozou absurdamente, quando Malvino despejou todo o seu gozo nas suas costas..
Ela ainda estava de quatro, quando Porto voltou....com um largo sorriso, falou “ Eu disse que essa raiva da baronesa era inveja!! Vamos nos vingar e transformá-la em uma puta... uma puta-baronesa!!”

E pois a sua rola pra fora.... a baronesa ainda se encontrava de quatro, e ficou mais surpresa, ao ver que o outro escravo, tinha menor estatura, mas sua rola era maior q a do primeiro escravo... tinha 26 cm....
-“ toma sua vaca!!” gritou Porto, ao bater com sua rola grossa e dura na cara da indefesa baronesa..
ele segurou sua cabeça, e a fez abrir a boca... a baronesa chorou, mas logo, começou a abocanhar aquela rola monstruosa... chupava com nojo, mas depois foi se acostumando e pegando jeito.. dava lambidas, beijava, mamava muito...
Porto então, pegou Selena e disse: “ vou te dar uma lição q vai doer mais do que mil chibatadas!”...
E cuspiu no dedo e o colocou no cuzinho virgem da baronesa.... q assustada, perguntou “ o q você pensa em fazer... nunca vi isso..!”
Ele começou a abrir espaço no cu da baronesa, apertando o seu rabo com mãos firmes e decididas...
Então, apontou a sua rola monstruosa e colocou na baronesa.... a enrabada nem foi com força, mas aquela rola, num cú virgem, fez Selena tremer toda... não tinha mais controle de suas pernas, mãos, braços.. seu corpo apenas tremia, numa dor incontrolável, que se misturava a um prazer absurdamente grande..
O escravo começou então a enrabar Selena, com movimentos ritmados, bombando, bombando cada vez mais, até que a baronesa ao invés de gemer, começou a gritar “ ai, que gostoso”, “ porque eu nunca vi isso antes”, “ eu que sou sua dona, quero sempre isso pra mim” “ até aquelas cadelas negras tem mais prazer do que eu”..
Seu cú ardia, e ela, gemia muito alto, chorava, quando Malvino tapou-lhe a boca com seu pirocão imenso e grosso, forçando–a a fazer um boquete em movimentos rápidos... mas as vezes não conseguia coordenar as ações, pois seu cu ardia muito e sua buceta jorrava de tanto tesão..

Enquanto Porto a enrabava, Malvino começou a chupar sua buceta... chupava, com vontade... a essa altura, a baronesa já sentia-se entregue, e só queria sentir de novo, aquela sensação maravilhosa.... foi quando Porto gozou um jato forte no seu cúzinho.... ai ela não agüentou , e desmaiou de tanto tesão...
.... Nem ela sabe quanto tempo ficou desacordada, mas quando voltou a si, já estava na carruagem e apenas teve o trabalho de se vestir...
Antes de chegar, ainda pagou um boquete no pausão de Malvino , deu-lhe um beijo, e entrou sorridente em casa..

È obvio q depois daqueele dia, Selena nunca mais foi a mesma.. Como Malvino e Porto não lhe pertenciam, ela volta e meia passeava pela senzala e escolhia o escravo q melhor lhe atraía.
E Selena era agora , uma mulher completa, e sem complexos, pois não ficava em nada, a dever para as negras de sua senzala, já que agora, também conhecia o significado da palavra prazer...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Eu Já.....de Peu Naïve


Eu já...fiz na porta de casa, na ponte de tijucas,em cima da mesa do computador, várias vezes no carro,na cadeira,no meio do mato,.etc..etc...
Eu já...fiz sexo em cima de uma bota salto 15 por que ele pediu!
Eu já...fiz sexo sem vontade.
Eu já...gozei mais de 3 vezes sem parar.
Eu já...usei roupa de vaquinha..hehe
Eu já...gritei mais que uma vadia só pra impressionar.
Eu já..."dei" e fui largada...
Eu já...brinquei com o "junior" e não fiz sexo.
Eu já...fiz amor, com o pai no 4º ao lado!
Eu já...fiz amor na casa de parente.
Eu já...fui deixada na mão..(ele broxou)
Eu já...fui cantada pelos professores de matemática e de física.
Eu já...ri um monte depois do sexo.
Eu já...senti tesão lendo os seus contos.
Eu já...dei até ficar assada.
Eu já...me machuquei fazendo amor.
Eu já...gozei na mão dele e ele não percebeu.
Eu já...briguei só pra faze amor melhor que o normal.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

RITUAL DE UM PRAZER A DOIS - O BANHO


Minha Deusa estava ali nua, seu corpo exalava todo o aroma pós-banho, eu ali deitado observando, ela passa seu creme pelo corpo, eu viajo pelas suas pernas, coxas, braços, costas, por onde suas mãos espalham aquele perfume delicioso. Ela coloca uma perna sobre a cama, tenho a visão de sua xaninha depilada, com apenas um risco de pelos na região pubiana, o creme passa por lá também, eu me delicio. Estou a centímetros dela, olhando de frente, meio aberta vejo aqueles lábios rosados e clitóris. Cheiro, aquele cheiro me embriaga, mistura de creme, água e perfume, que gostoso. Ela sorri quando percebe que a observo, ela continua a passar o creme em suas pernas, abrindo-as mais ainda, eu me aproximo deitando logo a baixo, tendo aquela visão maravilhosa, ela dá um olhar sacana e convidativo, eu encosto meu rosto naquela xaninha aberta, minha barba roça primeiro, ela se afasta, mas novamente encosta, eu respiro fundo e ficou louco com o aroma, sua boceta ainda esta molhada do banho, o creme aparece em toda aquela fenda , estou deitado somente de cueca, já excitado, e ela percebe meu pau molhando , também acabara de sair do banho, porem agora meu perfume esta misturado ao meu suor de excitação, ela olhando fixamente morde os lábios mostrando todo seu desejo, mas continua a massagear agora os seios com o creme....

coloco a ponta da língua para fora e a cada movimento que ela faz para passar o creme, minha língua molha aquela gruta, percebo que seus pêlos ficam excitados, o arrepio percorre seu corpo, olhando para cima eu a vejo com os olhos fechados, e o bico dos seios durinhos e molhados de creme. Seguro com as duas mãos seu bumbum e abocanho sua xaninha, mas ela não deixa enfiar minha língua dentro, quer que eu fique brincando fora e devagar, é uma tortura consentida, estou respirando o aroma do seu prazer misturado com sua colônia e creme hidratante, pingos de água de seu cabelo escorrem pelo seu corpo, passando pela barriga chegando até minha boca, uma delicia, tudo isso em um ritmo lento mais forte pelo momento. Começo a ver sua boceta ficar lubrificada, com uma perna em cima da cama e outra no chão, ela faz ondinha, com uma mão na cabeça e outra no seio, a ponta da minha língua já esta com aquele melzinho de sua xaninha, que gostoso o sabor, escuto um pequeno gemido no quarto, ela esta adorando.
...
ela vira de costas, estou deitado com a cabeça na beira da cama, e a vejo encostar seu bumbum em meu rosto, esta aberta de costas, novamente uma visão maravilhosa, xana e cuzinho na minha frente, suas mãos estão segurando os seios, e ela se esfregando em minha boca, ali em pé, roçando sua xaninha, passo a ponta da língua pelo seu cuzinho ela delira, praticamente senta, pelo espelho ela sorri de prazer, me concentro em sua boceta, linguada de baixo pra cima, e ela rebola, meus lábios chupam seu grelinho bem devagar, meus dedos entram naquela fenda, sinto a contração dela em minha mão, coloco um dedinho no cuzinho, ela se abre mais, ele esta lubrificado pela xaninha, entra devagar. Uma delicia aquela Deusa entregue ao meu comando, seu gemido ecoa no quarto, minha Deusa esta nas nuvens de tanto prazer, sinto que a cada minuto ela pode explodir num gozo, começo a acelerar com minha língua e dedos, quase sufocado, o gosto daquele tesão muda, minha Deusa, chora como criança, gozando, tremendo, suas pernas vão dobrar, a seguro, quero ela em pé para se sentir sem chão, não tem jeito, ela se deita sobre mim, me beija loucamente, sente em sua boca o gosto do seu mel. Uma Deusa se rende ao seu mortal, então levanto e ela vem de costas agarrando minha cabeça com suas mãos, ainda de cueca, já encharcada de tesão, encosto em seu bumbum, ela não me deixa tirar de dentro, massageia por cima. Minha língua agora esta em sua nuca, seus pelinhos do pescoço estão dourados, excitados com a ponta da minha língua percorrendo bem devagar, ela rebola enquanto eu seguro seus seios com a duas mãos, ela sussurra,
...
para eu continuar nesse ritmo, sem pressa, e com muito carinho, beijos e lambidas disparo em suas costas, minhas mãos percorrem seu corpo explorando suas extremidades, de repente coloco a ponta da minha língua atrás de sua orelha, ela grita de prazer, saio pela nuca, descendo por sua coluna, bem devagar, ela treme, seu corpo esta fervendo, percorro toda sua espinha dorsal, chegando ao seu bumbum, molho bem seu cuzinho com minha , preparando-a para o melhor, ela com o pescoço jogado para trás e de olhos fechados, geme e delira, suas pernas estão tremendo, ela em pé quase cai de tanto tesão, volto por sua espinha, ela não agüenta e enfia a mão dentro da minha cueca e me puxa pelo pau, segurando firme e me joga na cama, sua mão molhada do meu tesão ela passa na boca, e começa a me retribuir, começa a beijar todo meu corpo, sua língua é rápida e me deixa louco, estamos deitados e ela segura meus braços a cama, e não deixa eu pará-la, percorre meu peito, minha barriga, passa pela virilha e segue pelas pernas, ela não me masturba mas segura firme, e sente ele molhado e pulsando em sua mão, esta uma delicia, seu cabelo já gruda sobre meu corpo, o ar esta ligado, mas a temperatura esta alta demais, ela levanta a cabeça e me olha sorrindo, percebo que ela vai me chupar, ela olha com carinho meu pau, e começa a beijá-lo, bem devagar, e o engole todinho, meu suco esta em seus lábios, o barulhinho é inevitável, ela me masturba e me chupa ao mesmo tempo, ela começa a se virar jogando seu bumbum em meu rosto, um 69 esta se iniciando, novamente me delicio em ver aquela grutinha agora encharcada, pingando e escorrendo por sua perna, um tesão anunciado, esta rosinha e pulsando, quando encontra minha boca sinto a quentura e umidade, agora sim minha língua entra todinha, sinto aquele gosto delicioso e escuto o gritinho de prazer que ela solta ao sentir-me dentro, ela para de me chupar para gritar bem alto, agora não tem jeito, ela vai gozar novamente em minha boca...

acelero no clitóris e finalmente ela treme e me aperta com as pernas, ela me bate e grita de tesão, minha Deusa esta gozando e eu estou chupando seu gozo, que cena deliciosa. Paro e agora ela esta louca, me chupa sem parar, meu pau esta vermelho ao estremo, ela beija, morde e lambe tudo ao mesmo tempo, ela fala, “quero seu leite meu tesão”, vou gozar, não posso resistir mais, as veias estão cheias, ele começa a inchar do que ela quer, disparo um gozo que sobe molhando seu rosto e cabelo, ela sorri e dar gargalhadas do que acontece, eu grito para o deleite de minha Deusa, ela chupa o leite, molha seus seios, sente a quentura de dentro do seu amante, pega meu pau e esfrega no rosto e me olha com ar de quero mais, mas percebe que pela quantidade de leite, ainda mereço um tempo para recuperar tanto tesão. Ela deita-se sobre meu peito e me acaricia, eu afago seus cabelos lindos, e ambos escutamos a pulsação dos corações acelerados, agora diminuindo gradativamente o ritmo do prazer. Um mortal acaba de levar uma Deusa aos céus, e uma Deusa acaba de arrebatar um mortal através de um ritual prazer inesquecível.